Passa correndo no ano
O tempo dos nossos dias
Parece certo o engano
De tristezas e alegrias
Contas que se fazem depressa
Resultado que se sabe bem
Tudo o mais pouco interessa
No tempo do ano que vai e vem
Trezentos e sessenta e cinco são
Quem sabe até não serão seis
Passados se forem quatro de antemão
No calendário de agnósticos e fiéis
Pesa na balança da noite e do dia
O peso que são na vida de alguém
No relógio há horas de um tempo que havia
De um ano que vai e de outro que logo vem.
Fernando de Santarém 07/02/2014
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